Conheça os critérios para concorrer a uma bolsa do ProUni!

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Uma das excelentes oportunidades de cursar o ensino superior de graça no Brasil é o ProUni. O Programa Universidade Para Todos é uma ação do Governo Federal em parceria com o Ministério da Educação (MEC). Para fazer parte é preciso conhecer os critérios para concorrer a uma bolsa do ProUni. Saiba mais!

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ProUni ajuda estudantes de baixa renda a conseguir diploma

O programa de bolsas de estudos do Governo Federal é uma das maiores iniciativas para o ensino superior no país. Por meio de financiamentos do governo foram abertas vagas em faculdades e universidades particulares para alunos que não podem pagar os estudos.

As vagas são todas para ocupar salas de aula de instituições particulares. Ao contrário do ProUni o aluno não paga nada após finalizar os estudos e não fica com dívidas. São bolsas de 50 ou 100% do valor da mensalidade, sem taxas adicionais.

Quais os critérios para concorrer a uma bolsa do ProUni

Apesar de ser um programa para fornecer bolsas de estudos para a maior quantidade de estudantes possível, não é para todos. O ProUni beneficia apenas quem necessita do programa e não quem pode pagar pelos estudos. Há alguns pré requisitos necessários a serem cumpridos antes da inscrição ser validada.

Os critérios para concorrer a uma bolsa de estudos no ProUni são:

  • Ter feito prova do Enem a partir de 2010 com nota válida (superior a 450 em conhecimentos gerais e não ter tirado zero em redação);
  • Ter concluído o ensino médio em rede pública de ensino;
  • Ter renda familiar de até três vezes o valor do salário mínimo 2017;
  • Não ter diploma de nível superior em qualquer área (excesso professores de rede pública de ensino).

Não é possível atender a apenas um dos critérios para concorrer a uma bolsa do ProUni. Ou se enquadra em todos ou o cadastro não será aceito como válido.

Como participar do ProUni?

O processo seletivo envolve a análise da nota do Enem usada (se do ano passado ou anos anteriores) e situação cadastral. São avaliadas as situações financeiras do aluno, se baixa renda ou não, se cumpre todos os requisitos e as notas. A maior nota ocupa as vagas e assim por diante.

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O cadastro é feito no site do ProUni clicando aqui. Basta criar login e senha, preencher o cadastro e esperar o processo seletivo. O prazo começa no geral logo após a prova do Enem por usar o resultado do certame, no segundo semestre do ano, entre dezembro e janeiro.

Após fazer o cadastro é só aguardar o chamado por e-mail sobre a matrícula na inscrição ensino.

Não sendo selecionado, pode tentar de novo o ProUni?

O aluno enquadrado em todos os critérios do ProUni não selecionado neste ano pode tentar quantas vezes desejar. O mais importante é conseguir uma boa nota no Enem.

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Mas mesmo não tendo sido convocado em primeira chamada, vale acessar o site do programa mais uma vez. Há remanejamento de pessoas que foram aprovadas para as bolsas estudantis mas por motivos diversos não ocuparam a vaga. A lista é informada no site e os remanejados recebem alerta por e-mail de data de matrícula.

 

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Como saber se tenho direito ao Seguro Desemprego?

O seguro desemprego é um benefício pago ao trabalhador quando foi demitido. O valor mensal é uma pequena ajuda de custo para o empregador conseguir manter as contas em dia até voltar ao mercado. É fácil de solicitar e o melhor: simples de entender também. Saiba mais!

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Trabalhador demitido por justa causa não recebe seguro desemprego

Todos os trabalhadores vinculados a uma empresa com a carteira assinada possuem direito a um seguro desemprego. O valor a ser recebido varia de acordo com o tempo de contribuição. É um direito a todos com uma exceção: a demissão por justa causa.

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Funcionário demitido por justa causa não pode receber seguro desemprego. A medida visa evitar fraudes e má fé dos requerentes do benefício, protegendo o empregador também. A lógica é que sabendo haver um benefício a ser recebido, a quantidade de trabalhadores de má conduta no trabalho para buscar a demissão seria muito maior.

O emprego é um contrato entre empregador e empregado. A má conduta na empresa e desvio de suas funções são considerados motivos para demissão e também quebra contratual. Logo, não há porque pagar o benefício se houve falha na prestação do serviço prevista em contrato.

Quantas parcelas possui o seguro desemprego?

O benefício pode ser recebido pelo funcionário assim que é dado baixa em sua carteira. A quantidade de parcelas do seguro desemprego varia de acordo com o tempo de atuação na empresa.

Se houve um contrato de seis meses a 11 meses nos últimos 3 anos, há o direito de receber três parcelas. Trabalhando por mais de 12 meses nos últimos dois anos pode receber quatro parcelas. Havendo uma contratação com duração de mais de dois anos nos últimos três anos o valor pode chegar a cinco parcelas.

Como funciona o saque do seguro desemprego

Após ficar desempregado o trabalhador deve procurar uma agência da Caixa Econômica Federal e fazer a sua solicitação. O pagamento é feito em até 90 dias, mas no geral acontece bem antes disso. Com o cartão cidadão, identidade ou carteira de trabalho é só se dirigir a uma agência e realizar o saque. O cartão cidadão permite o saque direto em caixa eletrônico.

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O valor a ser pago ao trabalhador não é o salário anterior, mas um cálculo usando os três últimos valores recebidos pela prestação de serviço. Não pode ser menor que um salário mínimo, então quem recebia menos com os descontos vai receber ao menos um salário mínimo atual.

Quando finaliza o recebimento do seguro desemprego?

Finalizada a quantidade de parcelas a receber não há como requisitar um seguro desemprego. A ideia seria já ter acontecido a contratação do profissional e sua recolocação no mercado. Caso isso não aconteça pode-se procurar outras ajudas governamentais como o Pronatec para cursos de qualificação profissional e o Bolsa Família dependendo da situação financeira familiar.

O cancelamento do seguro desemprego pode acontecer em três situações: finalizando o número de parcelas, fraude nos documentos e caso o trabalhador consiga um emprego.

E se conseguindo um emprego com carteira assinada e mesmo assim cair mais uma parcela por atrasos no sistema, o indicado é não sacar o valor. Ele será recolhido da conta automaticamente. Caso seja sacado deverá ser pago com juros e correção posteriormente.

Conheça motivos que podem cancelar seu Bolsa Família!

O Bolsa Família é um dos maiores programas do Governo Federal de assistencialismo. Criado em 2003, ajuda famílias de baixa renda e em estado de pobreza extrema a ter ao menos algum alimento na mesa. Mas para evitar fraudes no programa alguns motivos que podem cancelar seu Bolsa Família. Saiba mais!

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Quem pode receber o Bolsa Família?

O benefício do Bolsa Família atende famílias de baixa renda de todo o país. Foi o grande responsável por tirar o Brasil do quadro de fome. Também foi eleito um dos programas mais eficientes para assistencialismo pela Unesco e recebeu homenagens em diversos países.

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O programa atende essencialmente pessoas com baixa renda e considerados em extrema pobreza no Brasil. O critério de pobreza é determinado pelo programa como pessoas com renda mensal de a R$ 87.

Podem solicitar o benefício mensal:

  • Gestantes durante o período de gravidez;
  • Lactantes com crianças de 0 a 6 meses;
  • Adolescentes de 16 a 17 anos matriculados e frequentando a escola pública;
  • Trabalhadores desempregados sem qualquer renda familiar;
  • Trabalhadores rurais com renda máxima de R$ 87 por pessoa.

Motivos para ter o Bolsa Família cancelado

Após o cadastro no Bolsa Família 2017, o benefício será pago por até dois anos interruptos. Após este período é necessário um novo recadastramento para verificar se as informações informadas anteriormente ainda são válias e há o direito de receber o valor.

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Se alguma das regras não for obedecida pode haver o cancelamento do Bolsa Família. São casos frequentes quando há motivos. São eles:

  • Documentos falsos;
  • O beneficiário está somando mais de meio salário mínimo por família de recebimento das bolsas – mesmo sendo filhos ou adultos recebendo individualmente, a soma não pode chegar ao valor máximo de meio salário;
  • O beneficiário começou a ter renda. Caso esteja sendo remunerado não pode mais receber o benefício;
  • O adolescente não está matriculado na escola pública ou não está frequentando às aulas;
  • Falecimento da criança no caso de lactantes;
  • Aumento de renda familiar em mais de meio salário.

Em caso de qualquer uma dessas infrações serem encontradas pela monitoração constante do programa o pagamento da bolsa é suspenso de imediato e o cartão cancelado. Mas se for um erro é só voltar ao posto de cadastro e levar os documentos para voltar a receber o pagamento.

Penalidade para quem recebe o Bolsa Família irregularmente

Burlar o cadastro e receber dinheiro do Bolsa Família de forma irregular é considerado crime e pode causar como penalidade a prisão por cinco anos. Como o programa está vinculado ao governo, é um crime federal e com penalidade aplicada pela Polícia Federal.

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Ao realizar o cadastro é necessário assinar um termo de compromisso informando que seus dados são verdadeiros e se comprometendo a dar apenas informações legais. A entrega de documentos falsos públicos pode acarretar em prisão de um a três anos. Documentos particulares são passíveis de multa.

Receber o valor irregularmente depois de conseguir um emprego ou outra fonte de renda também é crime previsto no contrato do programa. A penalidade pode ser multa e devolução do valor com juros. Caso documentos tenham sido fraudados no recadastramento também pode haver a prisão do fraudante.